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"Espero que seus dias tenham sido abençoados, cheios
de realizações e abertos para descobrir e desenvolver
o desejo compassivo de servir e apoiar outros seres com as habilidades
que tens, em qualquer circunstância que estejas.
Peço que possamos ter fé no amor e na força
imorredouros de todos os seres iluminados que abençoaram
a terra com a sua presença, e que possamos obter estímulos
nos exemplos vivos dos grandes mestres, homens e mulheres como nós.
Possam aqueles que agora estão nascendo e aqueles que estão
lutando nesta vida ser alimentados pelas bênçãos
e dignidade do existir. Possam eles seguir o caminho da sabedoria.
Peço finalmente, para que você venha sentir minha gratidão
pelo seu apoio como voluntário e a descobrir no mais profundo
do seu ser a verdade viva de meus desejos.
Os ensinamentos de todos os caminhos místicos do mundo deixam
claro que há dentro de nós uma imensa reserva de poder,
de sabedoria, de amor e compaixão. O poder daquilo que Cristo
chamou de reino dos céus. Se aprendermos a usa-lo
e essa é a meta da busca da iluminação
ele pode transformar não apenas a nós mesmos, mas
o mundo ao nosso redor.
Caminhamos no aprendizado do amor e cooperação, de
nos dedicarmos à preservação do planeta e a
servir ao próximo. Sabemos que o primeiro passo dessa jornada
começa quando cuidamos de nós, de nossa família,
de nossa comunidade e de nosso país.
Estamos caminhando para um período da história humana
no qual começaremos a observar a transformação
de milhares de pessoas neste nosso planeta. Trata-se de uma época
em que necessitamos urgentemente de uma consciência superior
mais esclarecida para podermos solucionar nossos inúmeros
problemas de saúde(físico, emocional e mental), sociais,
econômicos, ecológicos e planetários. À
medida que mais pessoas começarem a se beneficiar com as
modalidades terapêuticas energéticas, que apóiam
a assistência holística a saúde melhorando assim,
significativamente a ligação entre a personalidade
e o eu superior, o desempenho espiritual de milhares de mentes adormecidas
irá começar a estimular as energias do amor e da cura,
as quais podem acabar transformando o planeta terra em um local
de mais paz e equilíbrio.
Gratidão eterna por sua cooperação como voluntário
do TOCAR.
Deus necessita de suas mãos para tocar, para manifestar
a si mesmo.
Regina Almeida
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"Eu fiz meu debuteno dia 2 de agosto/2004 na creche
Ação Social Paula Francineti, na Asa Norte. Cheguei
na hora indicada e fui aos poucos me ambientando. Isto não
foi difícil, pois a equipe é muito simpática.
Após uma breve reflexão juntos iniciamos o trabalho.
Fiquei surpresa com o que vi: Crianças limpinhas, alegres,
bem nutridas. Com um rabo de olho observei a atitude
das colegas veteranas. E fui atendendo as criancinhas que curtiam
massagem Fiquei encantanda com este trabalho.
Espero que novos voluntários se juntem a nós."
Voluntária Leonila Zago
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"Adorei trabalhar como voluntário. Nunca havia tido
essa oportunidade anteriormente, ou melhor, nunca havia me empenhado
realmente em buscar um trabalho assim. Acho que ao esempenharmos
uma tarefa como essa somos nós os maiores beneficiados. Vamos
em busca de doar algo e percebemos que nós é quem
recebemos muito em troca."
Mardonio Figueiredo B. de Menezes.
Voluntário na Casa Pão de Santo Antônio
na 906 Sul
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"Pude perceber com o trabalho de voluntário do toque
o grande alcance , a profundidade do aprendizado que passamos quando
tocamos alguém com amor. Tem sido extremamente gratificante
para mim poder participar u pouco na ajuda ao próximo. Obrigada
por esta oportunidade!!!"
Maria Alice Braga
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"Tocar, esse projeto que toca, que toca e transforma a cada
encontro. Senti que todos foram tocados pela transformação.
A instituição se transformou em nossa casa, acolhendo,
abrindo as portas, confiando em nosso trabalho.Nós chagamos
à conclusão que: de pessoas que iam doar...recebemos.
Finalizo este ano com a alegria de me perceber na beleza do contato
amoroso com o outro. Gratidão sem fim...à creche,
às crianças, aos colegas, à Regina e principalmente
à Deus, pela sua presença."
Magda Pereira Pinto Creche Pão de
Santo Antônio. Dezembro de 2003
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Este trabalho é maravilhoso, como já faço
parte de um outro grupo mais ou menos similar, este só veio
a acrescentar. Eu me sinto plena, realizada no dia que vou à
Instituição.
Parabéns a todos pela iniciativa e pelo lindo trabalho.
Marli Marques, voluntária Tocar
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Muitas vezes recebo abraços carinhosos das crianças,
porém, marca muito a palavra dita olho no olho, numa demonstração
de afeto. Frases como estas que duas crianças disseram:
Gosto muito quando você faz a massagem em mim, porque
você é muito carinhosa e calma, diferente da minha
tia.
Senti saudade de você! Queria ser você.
Eva Gil, voluntária Tocar
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O abraço de uma criança em especial, foi o que mais
me tocou. Uma criança que foi muito ferida em seu ser, mas
que me abraçou inteira e radiante.
Luciana Beco Madureira
Coordenadora Casa Abrigo 2003
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Trabalho neste projeto desde março de 2001 na creche comunitária
do Varjão.
Uma das coisas mais tocantes que me aconteceu lá, foi quando
duas garotas quiseram fazer massagem em mim e também nas
outras crianças. Disseram fazer em suas mães e irmãos
em casa. Pude perceber claramente o grande alcance daquilo que fazemos,
a profundidade do aprendizado que passamos quando tocamos alguém
com amor. Foi muito lindo e tem sido extremamente gratificante para
mim poder ajudar ao próximo, que não seja um amigo
ou parente..
Obrigada por esta oportunidade!
Maria Alice Braga, voluntária Tocar - Creche
Comunitaria Varjão
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Já havia algum tempo que eu procurava um trabalho voluntário,
foi então que descobri o projeto TOCAR. Ao conhecer a proposta
fiquei um tanto quanto encabulada, constrangida, sem jeito e insegura
com o fato de tocar pessoas totalmente desconhecidas. Por eu ser
uma pessoa tímida e muito reservada pareceu-me muito difícil.
Mas como eu mesma estava me submetendo a massagem shiatsu, sentia
na própria pele os benefícios que um toque pode nos
trazer, por isto resolvi começar e conferir se eu seria capaz
de levar o trabalho adiante. À medida que as massagens iam
acontecendo, que eu ia tocando e olhando no olho de cada criança
uma energia boa ia fluindo, juntamente com uma sensação
de bem estar, de amor e de gratidão. Sentia, muitas vezes,
guiada pela intuição e percebi que estava envolvida
neste trabalho de uma forma muito tranqüila, prazerosa e gratificante.
E graças ao TOCAR e à todas as crianças que
passaram por minhas mãos, tive a oportunidade de desenvolver
a minha afetividade e estende-la a toda a minha família e
amigos. Contribuiu também para que eu pudesse rever e harmonizar
alguns relacionamentos com pessoas queridas e que pareciam conflituosos.
Hoje me sinto uma pessoa melhor, celebrando mais a vida e mais aberta
para os relacionamentos familiar e social.
Ana Maria T. Maia, voluntária Creche Paula
Frassinete
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Sempre trabalhei com público; adulto e depois infantil.
Com as crianças eu me sinto realizada e meu crescimento espiritual
se realiza junto a elas. A necessidade de serem tocadas e ouvida
que elas têm é a mesma que eu sinto. Portanto em cada
2ª feira em que acontecem as massagens eu me sentia abastecida
espiritualmente com olhares, abraços e beijos.
Lucy Marleide, voluntária Creche Paula
Frassinete
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Momentos emocionantes, experiências únicas, não
os tive nestes três anos que estou no TOCAR, mas continuo
com o trabalho de tocar, semana após semana, mesmo que muitas
vezes, fico me perguntando o que estou fazendo, porque continuo.
Porém, sinto-me renovada a cada massagem, no final do trabalho
e isto me leva a continuar. Também reafirmo a minha certeza
que estamos plantando para o futuro. Estamos colaborando para que
as crianças consigam entrar em contato com a sua energia
e não para transforma-las em seres bem calminhos. Sei por
experiência própria que o desbloqueio de nossa energia
faz bem a saúde e assim continuo com o compromisso assumido
comigo mesma de dar algo de mim.
Maria Elisa da Silveira, coordenadora creche Paula
Frassinete
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Na 3ª semana em que fui à creche, uma das crianças
que atendi me sensibilizou muito e também me gratificou bastante,
fazendo com que eu tivesse a certeza de que esse trabalho é
realmente muito importante para as crianças.
Esse garotinho de mais ou menos 3 anos chegou tão tenso que
eu não conseguia nem levantar os braços para que eu
pudesse tirar a blusinha dele. Ai, com jeito eu consegui tirar sua
roupinha e começar a toca-lo. Depois de alguns minutos, cheguei
perto do ouvido dele e perguntei se ele estava gostando e fiquei
muito feliz quando ele me respondeu assim: estou adolando.
Maria de Lourdes B. de Medeiros, voluntária
Creche Tia Angelina, Varjão.
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A minha experiência nesse projeto foi muito gratificante.
Quando chegávamos e sentíamos que as pessoas da casa
estavam nos esperando, ou quando achavam que uma vez por semana
era pouco, víamos que realmente aquele momento de toque era
muito importante para elas, tanto quanto para nós.
Quando uma criança começava a fazer massagem na outra,
também era um momento de felicidade. Eu, no momento que terminava
a massagem e ia me abraçar a ela, eu sempre dizia para ela
continuar, para ela tocar a mãe, irmãos, pai e que
ela ensinasse para outras pessoas, mesmo que não se lembrasse
passo a passo da massagem. Que ela tocasse e fizesse a outra pessoa
sentir o que ela estava sentindo naquele momento.
Andréa Miranda, voluntária Tocar
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Estou gostando muito do meu trabalho voluntário, pretendo
me aperfeiçoar a cada dia, os meus irmãos de trabalho
também são pessoas ótimas. Fiz meu recadastramento
porque quero continuar esse trabalho que é muito gratificante
para todos nós.
Peço à Deus que nos abençoe nessa caminhada
de caridade, amor e carinho.
Joelma Andrade Franco de Oliveira, voluntária
Tocar
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Uma experiência marcante:
Um menino de 3 ou 4 anos chegou a mim com os olhos muito assustados
e preventivos. A rigidez do corpo correspondia a do
olhar. Tentei conversar, mas foi inútil. Ele se sentia como
que ameaçado. Enviei mensagem silenciosa, de amor. Ele se
levantou e foi embora, como que fugindo. Para minha surpresa, já
no meio da sala ele voltou abriu os braços e me abraçou
forte.
Nice Mecking, voluntária Creche Pão
de Santo Antônio
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A minha entrega no grupo veio acrescentar para a minha própria
vida, a certeza e a importância de estar perto de outros seres,
seres humanos. Mas, principalmente, aprender a valorizar os pequenos,
contudo grandiosos momentos que vivemos. E ainda ter a certeza da
felicidade que podemos ter quando amamos. Amar sem nenhum preconceito,
amor, independente da idade, da cor, do sexo, da beleza, da doença
ou qualquer outro. Apenas abrir o coração verdadeiramente
para dar amor e carinho; e é quando a gente menos espera
que vem um sorriso de volta, um abraço, um beijo, um obrigado
ou um simples olhar. Tem sido os olhares o que mais têm me
tocado, é incrível parar diante de uma pessoa idosa
que não tem palavras para falar e nem movimento corporal,
mas que pelo olhar é capaz de amar e de certa maneira conversar
conosco. A única coisa que posso dizer é que a cada
ida de doação é um enorme crescimento humano
que vivo.
Catarina Gomes, voluntária Abrigo de idosos
Lar Bezerra de Menezes
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Quando entrei no projeto TOCAR, no início de 2002, imaginei,
ingenuamente, que estaria começando um processo voluntário
de doação. Doação de um pouco de carinho,
de tempo e de amor a algumas crianças. Eu não fazia
idéia de que, na verdade, eu iria receber muito, muito mais
do que eu iria doar.
Hoje sou muito grata, especialmente à Regina, pela oportunidade
de exercitar meu amor de forma simples, mas intensa.
Cada criança que toco me dá de volta muito mais, porque
o sentimento que brota dela é muito mais puro e mais verdadeiro,
que me faz sentir amada de uma forma especial, e faz de mim uma
pessoa melhor.
Tereza Ouro, voluntária Tocar
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A experiência de fazer a polarização em acompanhantes
de pacientes, tem sido muito gratificante. Nestas experiências,
sinto que flui através de mim, uma energia contagiante, sinto-me
muito confortável por ser este canal.
Edneusa Maria, voluntária TOCAR
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